Moradores do residencial São Francisco recebem contas de mais de R$200 e ficam perplexos.

[Obtendo resposta] Os moradores do Residencial São Francisco foram pegos de surpresa com o valor das contas de água e luz, isso porque no mês passado o valor foi bem menor se comparado com as contas atuais, que passam dos 200 Reais. As casas já vieram com aquecedor solar, oque diminuiria ainda mais a energia, mas mesmo assim as contas para alguns moradores vieram altíssimas. 


Uma moradora contou que passa o dia no trabalho e não tem muitos aparelhos eletrônicos, e mesmo assim a conta chegou custando mais de R$200. Este caso só aconteceu com alguns moradores do residencial, oque levanta a hipótese deles de que houve um erro na leitura do relógio. Uma moradora conta ainda que a companhia só iria fazer a ligação da energia nas casas após a fixação de uma caixa de correspondências pelos donos para que fosse colocado as faturas, e mesmo assim as contas de alguns não chegam ou quando chegam, já chegam bem em cima do prazo de validade.


Na casa de uma moradora, a primeira conta foi de R$15,89, e neste mês a conta chegou em R$207,35. Ela conta que as contas de água e luz juntas, somam mais de 450 reais, e ela recebe apenas um salário mínimo.

Outra moradora recebeu as contas bem altas de água, e segundo ela, nem roupas lavou durante este período, mas mesmo assim o valor chegou à R$243,03.

Alguns moradores contaram que foram até a CELG e foram informados que teriam que pagar o valor que está na conta. Não sabemos ainda se o valor das contas tem relação com alguma taxa de ligação de energia, já que é o primeiro mês de gastos nas mais de 600 casas do programa ‘Minha casa, minha vida’ do Governo Federal. 


Nossa redação ainda tentará resposta da compahia energética para esclarecer os valores repassados. Alguns moradores relataram erros de números nos relógios.

“Constatando irregularidade no medidor de energia, a empresa, ao apresentar o termo de irregularidade ao consumidor, deve informar-lhe sobre o direito que ele tem de submeter o aparelho à perícia por outro órgão que não a concessionária. Assim, ele pode exercer o seu direito de contestar a irregularidade alegada pela empresa.


O dever de demonstrar ao consumidor o valor cobrado é da concessionária e se a demonstração não é satisfatória a reclamação deve ser levado a um Juizado Especial Cível, para que ali seja apresentado laudo convincente a respeito do efetivo consumo.


É abusivo o corte sem prévio procedimento administrativo no qual seja garantido o direito de defesa, ou caso a empresa não cumpra as formalidades para sua instauração.


Sem a demonstração da prestação do serviço, não é lícita a cobrança – e se ficar demonstrado que parte do valor cobrado foi indevido, deverá haver a devolução em dobro da parte cobrada a mais”.

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