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Goiás é Estado com maior número de tentativas de fraudes do comércio eletrônico brasileiro | RP

O Mapa da Fraude de 2020 chama atenção dos goianos. De acordo com os dados de 2019, o comércio eletrônico do Estado de Goiás liderou as tentativas de fraudes. Enquanto a nível nacional a média de tentativas de fraude é de R$ 3,47 a cada R$ 100 em Goiás a proporção chegou a R$ 7,30 a cada R$ 100.

Para chegar ao resultado, o levantamento nacional analisou mais de R$ 69 milhões em transações. Apesar da alta em Goiás, o levantamento demonstra que o País deixou de perder R$ 1,9 bilhão com prejuízos causados por fraude.

O levantamento traz em categorias os detalhes das fraudes. Quanto aos dias é apontado que os fraudadores preferem dias de semana para realizar os crimes. A terça-feira aparece como com 17,43% do valor total das tentativas em 2019. O domingo é o dia com menos tentativas, registrando 8,19% do total. Já os horários se concentram entre 12h e 23h, total de 83%, aponta o levantamento.

Outro ponto demonstrado se dá obre as categorias. O relatório aponta que celulares, Games e Bebidas são tradicionalmente as categorias mais fraudadas. “Isso ocorre pela facilidade de revender o produto posteriormente, tanto pela procura, como pelo preço e pela facilidade de transporte”, aponta o levantamento.


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Caixa inicia pagamento do PIS-Pasep para nascidos em janeiro e fevereiro | RP

Caixa Econômica Federal inicia nesta quinta-feira (16/1) o pagamento do abono salarial do PIS/Pasep 2019/2020, para beneficiários nascidos em janeiro e fevereiro no valor de até um salário mínimo. Têm direito ao benefício aqueles que trabalharam formalmente por pelo menos 30 dias em 2018, recebendo salário médio no valor máximo de dois mínimos (até R$ 2.186 por mês).

valor recebido é proporcional ao tempo de serviço ao longo do ano, podendo ir de 1/12 o valor da salário mínimo, R$ 87, para quem completou um mês de serviços e até R$ 1.039 para quem trabalhou o ano inteiro. O trabalhador também precisa estar inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos e os dados informados pelo empregador ao sistema precisam estar corretos.
Para os trabalhadores da iniciativa privada, inscritos no PIS (Programa de Integração Social), o abono é recebido por meio da Caixa e o calendário é escalonado de acordo com o mês de nascimento. O prazo final para o saque do abono salarial do calendário de pagamentos 2019/2020 é 30 de junho de 2020, e pode ser feito em qualquer agência da Caixa com apresentação de documento oficial. 
Os que têm o Cartão do Cidadão ativo, podem ainda retirar o dinheiro no caixa eletrônico da Caixa, em uma casa lotérica ou em um ponto de atendimento Caixa Aqui. Já os correntistas ativos recebem o crédito automático antecipado.
Para os funcionários públicos, do Pasep (Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público), os pagamentos são feitos pelo Banco do Brasil e o calendário de saques segue o número de inscrição no Pasep. Os primeiros a receber são aqueles com número de inscrição de final 0. Os valores do abono do PIS/Pasep referentes a 2018 ficam disponíveis até 30 de junho de 2020. Todos os trabalhadores que tiverem direito e não sacarem o pagamento até esta data perdem o benefício.
Os saques devem ser feitos nas agências do Banco do Brasil, com apresentação de documento oficial de identidade. Correntistas e poupadores do BB recebem o crédito em conta com até três dias úteis de antecedência em relação ao calendário oficial.

De: Correio Braziliense – foto: divulgação


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Caiado atende militares e prorroga benefícios de aposentadoria da classe | RP

Foi assinada na tarde da última segunda-feira (13/1), pelo governador Ronaldo Caiado (DEM), a prorrogação dos benefícios de aposentadoria dos policiais e bombeiros militares do Estado de Goiás. A prorrogação atende a uma reivindicação da classe e se estende por dois anos.

Estiveram com Caiado, no momento da assinatura, o deputado estadual Coronel Adailton (Progressistas), representante da Polícia Militar (PM) na Assembleia Legislativa de Goiás, o secretário de Segurança Pública do Estado, Rodney Miranda, a secretária da Economia, Cristiane Schmidt e outros representantes da classe militar. Em um vídeo publicado no Twitter, onde aparece ao lados das autoridades e políticos assinando a prorrogação, Caiado falou sobre momento. “Isso aqui é uma reivindicação trazida pelo nosso deputado estadual e coronel Adailton, com aval também do nosso presidente e do secretário de Segurança Pública”, disse.

Conforme o governador, seguindo determinação do governo federal, o Estado que não manifestasse interesse em estender esse direito teria os benefícios extintos a partir do próximo dia 15. A resposta à demanda veio em resposta para garantir a manutenção das prerrogativas. “Eu, prontamente, atendi a essa solicitação para garantir o melhor para esses policiais que se dedicam por Goiás”, comemorou Caiado.

O prorrogação do prazo diz respeito a aprovação na Alego da PEC da Reforma da Previdência, que adequa as regras de aposentadoria dos servidores estaduais às novas regras federais.

Pelo Facebook, o deputado estadual Coronel Adailton comemorou o acontecimento. O coronel é porta-voz da Polícia Militar do Estado de Goiás na Assembleia, e vinha insistindo da reivindicação acatada por Caiado recentemente.

“Em reunião nesta tarde com o Governador Ronaldo Caiado e sua equipe técnica, chegamos a melhor solução e foi assinado o decreto que prorroga os direitos adquiridos dos nossos Militares Estaduais até o dia 31 de dezembro de 2021. Este, é o reconhecimento e a motivação para centenas de Policiais e Bombeiros Militares que estão prestes a ingressar na reserva remunerada!”, celebrou.


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De: Diário Online – foto: divulgação

Salário mínimo pode ter novo aumento em 2020 | RP

O ministro da Economia, Paulo Guedes, deve autorizar um novo aumento do salário mínimo para 2020. Isso se deve ao fato de o aumento aprovado pelo Congresso estar abaixo do valor previsto para os índices de inflação no fim de dezembro. Com isso, o salário que subiu para R$1.039, deve chegar a R$1.045, caso seja ajustado ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de 4,48%, divulgado pelo recentemente pelo IBGE.

Se o reajuste for realizado sobre o salário mínimo anterior de R$998, o novo salário deverá totalizar R$1.043. A questão foi discutida em uma reunião entre secretários que ocorreu nesta segunda-feira, 13, mas que ainda não chegou até Bolsonaro, que deve avaliar inclusive como será operacionalizada, caso aprovada. A Constituição prevê que o salário do trabalhador sofra reajustes periódicos de modo a manter seu poder de compra.

O reajuste do salário mínimo para R$1.045 deverá onerar a União em R$1,5 bilhão, já que benefícios previdenciários, abono salarial, seguro-desemprego e benefícios assistenciais a idosos e deficientes também devem aumentar.


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De: Jornal Opção

Gasolina e diesel ficam 3% mais baratos nas refinarias a partir desta terça | RP

Apesar de o dólar ter tido a maior alta em dois meses nesta segunda-feira (13/1), cotado em R$ 4,142, e de a moeda norte-americana ser um componente importante na Apesar de o dólar ter tido a maior alta em dois meses nesta segunda-feira (13/1), cotado em R$ 4,142, e de a moeda norte-americana ser um componente importante na composição de preços dos combustíveis, a Petrobras anunciou redução de 3% nos valores da gasolina e do diesel nas refinarias a partir desta terça-feira (14/1). O litro do diesel S500 ficou R$ 0,061 mais barato, em média, e o do diesel S10, R$ 0,0808. Na gasolina, o impacto na refinaria é de R$ 0,06. Não há previsão de quando essa redução chegaria ao consumidor final.

Na semana passada, o presidente Jair Bolsonaro disse que não iria interferir na política de preços da estatal, embora, naquele momento, a relação entre Estados Unidos e Irã estivesse em agudo conflito. Ontem, a justificativa para a Petrobras anunciar a queda nos preços foi justamente o recuo das tensões entre os dois países.

Para o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis e de Lubrificantes (Sindicombustíveis-DF), Paulo Tavares, a redução anunciada de 3% na refinaria significa uma queda de R$ 0,06. “Isso cai para R$ 0,04 nas distribuidoras e não contempla o aumento do etanol, ou seja, não vai significar nada. Ainda mais com essa alta do dólar. Isso é uma prova de que o governo está pressionando”, avaliou.

Apesar de considerar a redução positiva, o economista da Universidade de Brasília (UnB) Cesar Bergo afirmou que é necessário observar até que ponto a decisão foi tomada de forma voluntária. “Logo após o conflito, o valor subiu. Agora, voltou atrás. Não podemos ignorar a pressão política que vem sendo feita pelo governo, trabalhando sugestões de tributos que incidem na gasolina com possibilidade de racionalizar e de alguma forma impactar no preço final na bomba”, explicou.

A gasolina não sofria reajuste desde 1º de dezembro; já o diesel tinha valor estável desde 21 de dezembro, quando houve umasubida de 3%. Nos preços da gasolina, o último aumento foi de 4%, em 27 de novembro. A petroleira tem reiterado que sua política de preços para a gasolina e o diesel segue o princípio da paridade de importação, composta pela cotação internacional dos produtos, adicionado aos custos de importadores, como transporte e taxas portuárias, além do impacto cambial.

De acordo com Adriano Pires, diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura (Cbie), a estatal agiu de forma coerente. “A Petrobras fez exatamente o que tinha feito quando a Arábia Saudita sofreu um ataque de drones, ou seja, esperou um pouco para ver quando a volatilidade ia parar e aí se posicionou”, disse.

Naquela ocasião, no entanto, a petroleira demorou, mas elevou o preço dos combustíveis. Agora, fez exatamente o contrário: reduziu o preço nas refinarias. “Existe uma reclamação no mercado de que a Petrobras demora para aumentar o valor, mas, quando baixa, faz isso rapidamente”, afirmou Pires. “O que houve foi que a empresa esperou a tensão entre Irã e Estados Unidos se acalmar”, resumiu.

Para o especialista, no Brasil, há uma cultura, em relação a preço de combustível, de cobrança a qualquer reajuste. “Se é plano de saúde, ninguém reclama. Quando é o diesel, há uma discussão meio exagerada, fruto da cultura de governos anteriores, que usaram o valor do combustível de maneira populista. Isso ficou na cabeça do povo”, avaliou.

Pires defendeu a criação de um fundo para garantir estabilidade de preços diante de eventos geopolíticos e também sustentou que é preciso discutir os impostos que incidem sobre os combustíveis, especialmente o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que tem alíquotas diferentes em cada estado brasileiro. “Como é uma alíquota percentual de ICMS, cada vez que aumenta o valor da gasolina, os estados ganham mais com isso e, ao mesmo tempo, vira uma das fontes de sonegação do país”, lamentou.

Segundo ele, o Brasil precisa fazer um debate mais qualificado sobre os combustíveis. “Temos que aproveitar que o país será um grande produtor de petróleo daqui para a frente e criar um fundo usando excedente dos royalties para que, durante esses eventos geopolíticos, a volatilidade não acabe punindo nem refinarias nem consumidores”, reiterou.

O governo, de fato, estuda fazer um fundo. O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, disse, na semana passada, que avalia utilizar recursos de royalties e participações especiais cobradas sobre a produção de petróleo para compensar eventuais impactos dos preços internacionais nas bombas.composição de preços dos combustíveis, a Petrobras anunciou redução de 3% nos valores da gasolina e do diesel nas refinarias a partir desta terça-feira (14/1). O litro do diesel S500 ficou R$ 0,061 mais barato, em média, e o do diesel S10, R$ 0,0808. Na gasolina, o impacto na refinaria é de R$ 0,06. Não há previsão de quando essa redução chegaria ao consumidor final.

Na semana passada, o presidente Jair Bolsonaro disse que não iria interferir na política de preços da estatal, embora, naquele momento, a relação entre Estados Unidos e Irã estivesse em agudo conflito. Ontem, a justificativa para a Petrobras anunciar a queda nos preços foi justamente o recuo das tensões entre os dois países.

Para o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis e de Lubrificantes (Sindicombustíveis-DF), Paulo Tavares, a redução anunciada de 3% na refinaria significa uma queda de R$ 0,06. “Isso cai para R$ 0,04 nas distribuidoras e não contempla o aumento do etanol, ou seja, não vai significar nada. Ainda mais com essa alta do dólar. Isso é uma prova de que o governo está pressionando”, avaliou.
Apesar de considerar a redução positiva, o economista da Universidade de Brasília (UnB) Cesar Bergo afirmou que é necessário observar até que ponto a decisão foi tomada de forma voluntária. “Logo após o conflito, o valor subiu. Agora, voltou atrás. Não podemos ignorar a pressão política que vem sendo feita pelo governo, trabalhando sugestões de tributos que incidem na gasolina com possibilidade de racionalizar e de alguma forma impactar no preço final na bomba”, explicou.
A gasolina não sofria reajuste desde 1º de dezembro; já o diesel tinha valor estável desde 21 de dezembro, quando houve umasubida de 3%. Nos preços da gasolina, o último aumento foi de 4%, em 27 de novembro. A petroleira tem reiterado que sua política de preços para a gasolina e o diesel segue o princípio da paridade de importação, composta pela cotação internacional dos produtos, adicionado aos custos de importadores, como transporte e taxas portuárias, além do impacto cambial.
De acordo com Adriano Pires, diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura (Cbie), a estatal agiu de forma coerente. “A Petrobras fez exatamente o que tinha feito quando a Arábia Saudita sofreu um ataque de drones, ou seja, esperou um pouco para ver quando a volatilidade ia parar e aí se posicionou”, disse.
Naquela ocasião, no entanto, a petroleira demorou, mas elevou o preço dos combustíveis. Agora, fez exatamente o contrário: reduziu o preço nas refinarias. “Existe uma reclamação no mercado de que a Petrobras demora para aumentar o valor, mas, quando baixa, faz isso rapidamente”, afirmou Pires. “O que houve foi que a empresa esperou a tensão entre Irã e Estados Unidos se acalmar”, resumiu.
Para o especialista, no Brasil, há uma cultura, em relação a preço de combustível, de cobrança a qualquer reajuste. “Se é plano de saúde, ninguém reclama. Quando é o diesel, há uma discussão meio exagerada, fruto da cultura de governos anteriores, que usaram o valor do combustível de maneira populista. Isso ficou na cabeça do povo”, avaliou.
Pires defendeu a criação de um fundo para garantir estabilidade de preços diante de eventos geopolíticos e também sustentou que é preciso discutir os impostos que incidem sobre os combustíveis, especialmente o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que tem alíquotas diferentes em cada estado brasileiro. “Como é uma alíquota percentual de ICMS, cada vez que aumenta o valor da gasolina, os estados ganham mais com isso e, ao mesmo tempo, vira uma das fontes de sonegação do país”, lamentou.
Segundo ele, o Brasil precisa fazer um debate mais qualificado sobre os combustíveis. “Temos que aproveitar que o país será um grande produtor de petróleo daqui para a frente e criar um fundo usando excedente dos royalties para que, durante esses eventos geopolíticos, a volatilidade não acabe punindo nem refinarias nem consumidores”, reiterou.
O governo, de fato, estuda fazer um fundo. O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, disse, na semana passada, que avalia utilizar recursos de royalties e participações especiais cobradas sobre a produção de petróleo para compensar eventuais impactos dos preços internacionais nas bombas.

De: Correio Braziliense
Foto: reprodução

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PIS/Pasep: abono de até R$ 1.039 começa a ser pago nesta segunda | RP

governo federal libera, a partir da noite desta segunda-feira (13/01/2020), nova etapa do abono salarial para clientes da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil (BB). Trabalhadores que não são correntistas nem poupadores receberão o abono a partir desta quinta-feira (16/01/2020).

Os valores variam de R$ 87 a R$ 1.039, de acordo com a quantidade de dias trabalhados durante o ano-base, que é 2018.

O teto do abono aumentou junto ao piso nacional, estabelecido em medida provisória (MP) assinada pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em 31 de dezembro.

O PIS, destinado a trabalhadores da iniciativa privada, considera agora os nascidos em janeiro e fevereiro. O Pasep, para servidores públicos, abrange os cadastros com dígito final 5.

PIS
O abono salarial do PIS é pago pela Caixa Econômica Federal. O valor do benefício pode ser consultado no Aplicativo Caixa Trabalhador, no site da Caixa ou pelo Atendimento ao Cidadão: 0800 726 0207.

São mais de 3,6 milhões de trabalhadores nascidos em janeiro e fevereiro, totalizando R$ 2,6 bilhões em recursos injetados na economia.

A Caixa estima que vai disponibilizar cerca de R$ 16,5 bilhões para mais de 21,6 milhões de beneficiários até o fim do calendário.

Nascidos entre julho e dezembro já tiveram a liberação do pagamento.

Confira todas as datas:

Pasep
O Banco do Brasil, responsável pelo pagamento do abono do Pasep, identificou cerca de 293 mil trabalhadores em Brasília com final de inscrição cinco. Serão destinados R$ 276 milhões para essa faixa.

Para os correntistas e poupadores do BB, o crédito em conta será realizado na noite desta segunda-feira (13/01/2020) para 131 mil trabalhadores, totalizando, aproximadamente, R$ 124 milhões.

Para os demais inscritos, os pagamentos serão realizados a partir de 16 de janeiro em qualquer agência do Banco do Brasil.

Restam receber o abono do Pasep os trabalhadores com final de inscrição 6, 7, 8 e 9. O pagamento se encerra em 19 de março e permanece disponível até 30 de junho.

Quem tem direito
É preciso que o trabalhador esteja inscrito nos programas há pelo menos cinco anos e que tenha trabalhado formalmente por, no mínimo, 30 dias em 2018, com remuneração mensal média de até dois salários-mínimos.

Também é necessário que os dados estejam corretamente informados pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), ano-base 2018

De: Metrópoles
Foto: reprodução

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Salário mínimo será de R$ 1.039 em 2020, define governo | RP

O governo federal definiu nesta terça-feira (31) que o salário mínimo será de R$ 1.039 em 2020, conforme estabelecido em medida provisória assinada pelo presidente Jair Bolsonaro.

Com isso, é a primeira vez que o salário mínimo ultrapassa a marca de R$ 1 mil. O valor serve de referência para 49 milhões de pessoas, segundo informações do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

Sem aumento real

Segundo o Ministério da Economia, o valor do salário mínimo definido pelo governo para 2020 contempla justamente a correção somente pela inflação, ou seja, pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), considerando para os meses de janeiro a novembro os valores realizados do INPC e para o mês de dezembro a mediana das projeções de mercado apuradas pelo último Boletim Focus do Banco Central.

” A recente alta do preço da carne pressionou a inflação e, assim, gerou uma expectativa de INPC mais alto, o que está refletido no salário mínimo de 2020″, afirma o governo em nota.

Com isso, a área econômica indicou que desistiu, pelo menos em um primeiro momento, da política de aumentos reais (acima da inflação) que vinha sendo implementada nos últimos anos, proposta pela ex-presidente Dilma Rousseff e aprovada pelo Congresso.

Segundo o ministro da Economia, Paulo Guedes, a definição do salário mínimo deve continuar sendo feita ano a ano. A política de reajustes pela inflação e variação do PIB vigorou de 2011 a 2019, mas nem sempre o salário mínimo subiu acima da inflação.

Em 2017 e 2018, por exemplo, foi concedido o reajuste somente com base na inflação porque o PIB dos anos anteriores (2015 e 2016) teve retração. Por isso, para cumprir a fórmula em vigor, somente a inflação serviu de base para o aumento

Impacto nas contas públicas

O aumento do salário mínimo apenas pelo valor da inflação tem impacto nas contas públicas. Isso porque os benefícios previdenciários não podem ser menores que o valor do mínimo.

De acordo com cálculos oficiais do governo, o aumento de cada R$ 1 para o salário mínimo implica despesa extra em 2020 de aproximadamente R$ 355,5 milhões.

Dieese e Banco Mundial

Em nota técnica divulgada em dezembro, o Dieese avaliou que a “interrupção do processo de resgate do valor histórico” da remuneração mínima do trabalhador brasileiro “deixa pelo caminho uma esperança de melhor condição de vida para milhões de pessoas e uma visão de civilização, onde as diferenças se estreitariam em benefício de todos”.

“O primeiro ponto positivo da experiência de recuperação do valor do Salário Mínimo foi o aumento do poder de compra de quem recebe exatamente esse valor, seja no mercado de trabalho ou na Seguridade Social, com a consequente expansão do mercado consumidor interno. A política desempenhou, ainda, um papel decisivo na melhoria da distribuição da renda”, acrescentou.

De acordo com o órgão, para suprir as despesas de uma família de quatro pessoas com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, seria necessário R$ 4.021,39 ao mês em novembro do ano passado (último valor divulgado).

Em estudo divulgado em março de 2018 sobre a economia brasileira, intitulado “Emprego e Crescimento: a Agenda da Produtividade”, o Banco Mundial avaliou que o salário mínimo no Brasil é alto por representar 70% do salário médio da economia. Nos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), essa relação é de 45% a 50%.

De acordo com o Banco Mundial, salários mínimos “elevados e obrigatórios elevam os custos dos trabalhadores menos qualificados, incentivando a substituição do trabalho por tecnologias que economizam mão de obra ou empurrando os trabalhadores para a informalidade”.

Dados do IBGE mostram que houve avanço da informalidade em 2019, que atingiu nível recorde.

A taxa de informalidade no mercado de trabalho ficou em 41,2%, o que representa uma estabilidade frente ao trimestre móvel anterior, reunindo um contingente total de 38,8 milhões de brasileiros no trimestre encerrado em outubro.

Por fim, o Banco Mundial avalia no estudo que distorções associadas ao salário mínimo legal poderiam ser minimizadas por meio da introdução de reajustes feitos com base nos aumentos de produtividade dos trabalhadores, tendo ainda a flexibilidade de instituir um salário mínimo mais baixo para os jovens.

(De G1)


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Enel anuncia redução de 5,08% nas tarifas de clientes residenciais | RP

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira, 22, o reajuste tarifário da Enel Distribuição Goiás, com uma redução média a todos os consumidores de 3,9%. O efeito médio para os consumidores de baixa tensão é uma redução de 4,32%, sendo que para os clientes residenciais a queda será de 5,08%. Para os consumidores de média e alta tensão, em geral indústrias e comércios de médio e grande porte, a redução será de 2,89%. O reajuste já passa a vigorar a partir desta terça-feira, 22.

Segundo a companhia, o item que mais contribuiu para a redução tarifária da Enel Distribuição Goiás foi o custo com pagamento de encargos setoriais. A redução de 6,42% nesses encargos ocorreu devido a quitação antecipada dos empréstimos realizados pelo setor elétrico nos anos de 2013 e 2014 para pagamento das Usinas Termoelétricas que tiveram que produzir energia naquele período intenso de seca, a custos mais elevados.

Economia

Mesmo com a redução no valor da tarifa, a Enel reitera sobre a importância do consumo consciente pelos clientes. Entre agosto e setembro, Goiás tem apresentado recordes de altas temperaturas e de baixa umidade do ar, segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Durante este período de forte calor e seca é muito comum intensificar o uso de equipamentos refrigeradores, como ar condicionado, ventiladores e umidificadores de ar, que aumentam o consumo de energia. Além disso, com as altas temperaturas os eletrodomésticos consomem mais energia impactando no consumo.

Confira as dicas da Enel que podem ajudar a economizar nesta época de calor:

Ar condicionado:

  • Escolha modelos mais econômicos, com selo Procel e classificação A.
  • Evite entrada de sol no ambiente refrigerado e instale o aparelho em local com boa circulação de ar
  • Ajuste a temperatura para em torno de 23°C. As temperaturas mais baixas podem não ser alcançadas e fazer o aparelho trabalhar o tempo todo em potência máxima.
  • Mantenha os filtros de ar limpos.
  • Compre o equipamento com potência adequada ao tamanho do ambiente onde pretende instalá-lo.
  • Um aparelho com potência de 10.000 BTU’s, usado 8 horas por dia, consome em média 142 kWh no mês, que corresponde a R$ 132,06 na conta de energia, considerando a tarifa de energia residencial comum com impostos e bandeira tarifária (R$ 0,93 kWh em GO).

Geladeiras, freezers, adegas e cervejeiras:

  • Evite abrir os equipamentos com frequência, pois o ar quente exige mais energia para resfriar e atingir novamente a temperatura ajustada.
  • Não utilize a parte de trás para secar objetos.
  • Degele e limpe a geladeira com frequência.
  • Não forre as prateleiras, isso dificulta a circulação interna do ar.
  • Instale o aparelho em um local bem ventilado, longe do fogão, aquecedor e áreas expostas ao sol.
  • Faça revisões periódicas, com profissionais capacitados, das borrachas de isolamento das portas e sensores de temperatura, para evitar consumo excessivo.

Chuveiro elétrico:

  • Feche a torneira para se ensaboar.
  • Tome banhos rápidos e, se possível, com a chave de temperatura na posição “verão”, o que pode reduzir o consumo em até 30%.
  • Compre sempre chuveiros de menor potência (2 a 6 kW), que são eficientes e consomem menos.
  • Limpe com frequência os orifícios de saída de água. Se não estiverem limpos, haverá menos água e o chuveiro terá que ficar mais tempo ligado.

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Fonte: Jornal Opção

Famílias precisarão ter renda ainda menor para se enquadrar na Faixa 1 do Minha Casa Minha Vida | RP

O Governo Federal pretende alterar a renda máxima para famílias que podem ter até 90% do imóvel subsidiado pelo Minha Casa Minha Vida, reduzindo a faixa 1 do programa de R$ 1.800 para R$ 1.200 ou R$ 1.400. A informação foi dada pelo ministro de Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto, à Folha de São Paulo.
Nesta faixa do programa, além de não haver cobrança de juros, o mutuário paga no máximo de 10% do custo da residência. Então, conforme Canuto, a ideia é que as famílias beneficiadas sejam aquelas que não têm acesso a financiamento imobiliário. Os anúncios podem ser feitos em dezembro.

Apesar disso, ele adiantou, também, que o governo deve manter, em 2020, a utilização de recursos do FGTS para pagamentos da subvenção do Minha Casa Minha Vida nas faixas de 1,5 a 3. Essa semana isso já aconteceu para que fosse possível destravar o crédito que dependida de verba do Orçamento da União.

“Financiamentos de R$ 150 mil não estavam acontecendo pelo aporte de R$ 2.000 a R$ 3.000. O que a gente fez foi uma política de destravamento. A probabilidade é que se mantenha”, exclamou o ministro.

(Com informações da Folha de S.Paulo)

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