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Em Goiás, dez das maiores cidades já têm alta de casos de Covid-19. Planaltina-GO apresenta queda | RP

No Estado de Goiás, pelo menos dez cidades – entre as com mais de 20 mil habitantes, já registram aumento de casos positivos de Covid-19, com transmissão ativa. Ou seja, crescimento do número de pessoas que estão com o vírus e ainda não se recuperaram.

Este aumento já preocupa prefeituras, que temem uma terceira onda da pandemia. Há municípios que já registram reflexo no número de hospitalizados e que já determinaram medidas mais restritivas para tentar conter a circulação do coronavírus. O Dia das Mães está entre os motivos apontados para a contaminação.

Um levantamento por semana, dos dois últimos meses, nos sites e redes sociais das prefeituras das cidades com mais de 20 mil habitantes, que são 61 no total. Dez delas tiveram aumento de casos ativos pelo menos nas duas últimas semanas e/ou curva ascendente ao se montar um gráfico de linha com os dados.

São elas Trindade, Jaraguá, Quirinópolis, Itaberaí, Aragarças, Santa Helena de Goiás, Minaçu, Piracanjuba, Anicuns e a Cidade de Goiás. Outras nove apresentaram queda nos casos ativos nas duas últimas semanas ou curva descendente. São elas Rio Verde, Planaltina, Mineiros, Inhumas, Porangatu, Posse, Goiatuba, São Luís de Montes Belos e Itapaci.

Em 23 cidades há estabilização e/ou não é possível visualizar uma tendência de queda ou crescimento. Já em 18 municípios, não havia publicização de dados que permitissem saber o histórico de casos ativos. Em Aragarças, na divisa com o Mato Grosso, o mês de maio já é considerado o segundo pior da pandemia, segundo o secretário municipal de Saúde, Agne Carmos dos Reis. O pior foi janeiro.

A cidade teve aumentos de casos ativos nas quatro últimas semanas e na semana passada chegou a lotar 100% dos dez leitos para pacientes com Covid-19. No dia 4 de maio, uma terça-feira, o município tinha 67 contaminados. Já na última terça eram 111.

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Ministério da Saúde autoriza vacinação de pessoas acima de 18 anos em todo o Brasil | RP


Estados e municípios podem começar a imunizar pessoas de 18 a 59 anos em paralelo à va

cinação dos grupos prioritários

O Ministério da Saúde autorizou o início da vacinação contra a Covid-19 para adultos, de 18 a 59 anos, de grupos não prioritários no Brasil e delimitou a ordem de prioridade para imunização de trabalhadores da Educação. As definições foram divulgadas em nota técnica nesta sexta (28).

Segundo informações agora inclusas no Plano Nacional de Imunização, professores de creches e pré-escolas serão os primeiros da fila para aplicação de doses da vacina. E os da educação superior serão os últimos na escala de prioridade.

Segundo confirmação da assessoria do Ministério, não só os professores devem ser vacinados. Responsáveis pela limpeza, portaria ou manutenção, por exemplo, também se enquadram nos requisitos para recebimento de vacina.

População geral

A nota técnica do Ministério libera, ainda, a vacinação de pessoas fora dos grupos prioritários com idade entre 18 e 59 anos, com a aplicação seguindo ordem decrescente de idade em todo o Brasil.

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Autoridades realizam campanha de conscientização contra o coronavirus | RP

Foi realizado na manhã deste sábado (27), uma mobilização em toda cidade, para conscientizar a população sobre os cuidados a serem adotados para a prevenção do contágio da Covid-19.

A campanha foi uma parceria entre Prefeitura, CDL, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Guarda Civil, AMTT, e SAMU.

Diante do grande aumento de contaminações e falta de leitos de UTI, todos nós devemos respeitar as medidas de prevenção, e assim, não sofrer medidas restritivas que podem ser devastadoras, principalmente para o setor comercial.


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Ocupação de leitos para covid-19 em Goiás mantém tendência de queda | RP

A ocupação de leitos destinados ao tratamento de pacientes com covid-19 segue em queda em Goiás. Desde o fim de agosto, a Secretaria Estadual de Saúde (SES-GO) começou a notar tendência de diminuição nos pedidos de internação. No início de novembro, a redução sólida nos números.

Na rede estadual, a ocupação das UTIs, que chegou a ficar acima de 90% durante vários dias no período mais crítico, está em 56% nesta quarta-feira (4). A taxa caiu mesmo com a desativação do Hospital de Campanha de Águas Lindas de Goiás. Nas enfermarias, os leitos operam com 25% de ocupação.

Dos 301 leitos de UTI exclusivos para a covid-19 na rede estadual, há 117 disponíveis e outros cinco bloqueados. A maior oferta é no HCamp de Goiânia, com 38. O Huana, em Anápolis, opera com 15 leitos críticos vagos. Há poucos meses, os dois hospitais estavam à beira da capacidade máxima.

A maior taxa de ocupação é em Mineiros, onde há pacientes em oito dos dez leitos mantidos lá pelo governo estadual. Por outro lado, o Nasr Faiad (Catalão), HCamp de Formosa, HDT, Hugol, Hospital Estadual de Jaraguá, Hospital Regional de Porangatu, Hospital Doutor Geraldo Landó (São Luís de Montes Belos), e o Hutrin (Trindade), não passam de 50% de ocupação.

Nas enfermarias, chama atenção o Hospital das Clínicas, em Jataí, que tem todos os 105 leitos disponíveis. A única unidade pressionada é a de Formosa, que conta com apenas sete vagas, com todas ocupadas.

Leitos municipais

As taxas de ocupação de leitos para covid-19 nas redes municipais das principais cidades do estado também se mantêm em baixa. Em Aparecida de Goiânia, onde o indicador já chegou a 90%, estava em 26% na rede pública, conforme o boletim mais recente. Na rede privada, onde houve lotação por vários dias, o número fica em 50%

Em Goiânia, a atualização mais recente mostra que há pacientes em 44% dos leitos de UTI e 38% nas enfermarias. Na capital essa taxa também já beirou o 100% em dias mais críticos.

Anápolis registra o menor número de pessoas internadas desde o fim de maio. Dos 50 leitos de UTI da rede municipal, apenas cinco estão com pacientes internados (10%). A ocupação nos 80 leitos de enfermaria é de 17,5%. Por fim, em Rio Verde, os leitos municipais estão com ocupação de 16% nas UTIs e 4,4% nas enfermarias da rede pública. Na rede privada, os índices são de 27,7% e 21,8%, respectivamente.


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Fonte: Diário de Goiás

Brasil registra média móvel diária de 784 mortes por coronavírus, a menor dos últimos 112 dias | RP

A média móvel de mortes covid-19, que registra as oscilações dos últimos sete dias e elimina distorções entre um número alto de meio de semana e baixo de fim de semana, atingiu o menor patamar dos últimos 112 dias. O registro nesta segunda, 7, foi de 784 óbitos em média a cada 24 horas pelo novo coronavírus. Pela primeira vez desde 19 de maio o número foi inferior a 800 mortes de média. Desde 18 de maio, quando marcou média móvel de 749 óbitos, o índice não era tão baixo.

Segundo o consórcio de veículos de imprensa, formado por Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL, foram registrados nas últimas 24 horas 9.992 novos casos e 315 óbitos segundo levantamento realizado nesta segunda, 7, em conjunto com as secretarias estaduais de Saúde.

No total são 127.001 mortes registradas e 4.147.598 pessoas contaminadas no Brasil. Segundo o balanço mais recente do Ministério da Saúde, desta segunda às 18h30, são 3.355.564 pessoas recuperadas do coronavírus em todo o País e outros 665.270 casos ainda em acompanhamento.

O Estado de São Paulo registrou 1.608 novos casos e 24 mortes, chegando a um total de 857.330 contaminados e 31.377 óbitos. Já o Estado do Rio de Janeiro registrou 25 mortes por covid-19 e 2.218 novos casos da doença no período de 24 horas, segundo boletim divulgado na tarde desta segunda-feira pela secretaria estadual de Saúde. Até agora, 16.593 pessoas morreram em função do coronavírus no Estado do Rio, que registra 233.052 casos.

Parceria
O balanço de óbitos e casos é resultado da parceria entre os seis meios de comunicação que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal. A iniciativa inédita é uma resposta à decisão do governo Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia. E se manteve mesmo após a manutenção dos registros governamentais.

Nesta segunda, 7, o Ministério da Saúde informou que o Brasil contabilizou 10.273 novos casos e 310 óbitos nas últimas 24 horas. No total são 4.147.794 casos confirmados e 126.960 mortes por covid-19. Os números são diferentes dos compilados pelo consórcio de veículos de imprensa principalmente por causa do horário de coleta dos dados. (Com informações de Estadão)


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Mais de 25 milhões foram infectados pelo coronavírus no mundo | RP

Mais de 25 milhões de pessoas foram infectadas pelo coronavírus no mundo, segundo dados divulgados pela Universidade Johns Hopkins neste domingo (30).

Estados Unidos lidera a lista, com 5.961.884 infectados, seguido do Brasil (3.846.153), Índia (3.542.733) e Rússia (987.470)

Até o momento, são 842.992 mortes pela covid-19 em todo mundo.

Estados Unidos e Brasil são os países com maior número de mortes pela doença, sendo 182.785 e 120.262, respectivamente.

Em seguida aparecem México (63.819), Índia (63.498) e Reino Unido (41.585).

Em contrapartida, 16.442.055 já se recuperaram da doença em todo mundo. Os países com números mais altos são Brasil (3.202.185), Índia (2.713.933) e Estados Unidos (2.140.614).


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Goiás registra mais de 31 mil casos confirmados de covid-19 e 715 mortes | RP

Goiás registrou, até a tarde desta terça-feira (7/7), 31.545 casos confirmados de covid-19. O estado também soma 715 mortes causadas pela infecção. Outras 75.491 notificações suspeitas e mais 50 mortes são investigadas, de acordo com dados da Secretaria Estadual de Saúde (SES-GO).

No momento, Nova Roma, cidade do interior, é a única cidade em Goiás não apresenta casos suspeitos ou confirmados da covid-19 entre moradores. Outras 25 apuram notificações suspeitas e 220 já tem casos confirmados da doença. As 715 mortes estão divididas entre 97 municípios que tem casos confirmados.

Casos de covid-19 em Goiás

O boletim com as notificações da SES-GO faz o processamento dos dados a partir dos sistemas do Ministério da Saúde (e-SUS VE e Sivep Gripe). Eventuais diferenças são justificadas por ajustes nas fichas de notificação pelos municípios, como por exemplo, a atualização do local de residência da pessoa.

Detalhes dos casos e óbitos confirmados, suspeitos e descartados, acesse o painel covid-19 do Governo de Goiás por meio do link http://covid19.saude.go.gov.br/.


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Hospital Santa Rita de Cássia está passando por reformas | RP

O Hospital Municipal Santa Rita de Cássia (HMSRC) está passando por reforma estrutural. Ainda ontem a noite (quinta, dia 02) o telhado do hospital passava por manutenção, onde cerca de 300 telhas que estavam danificadas e causavam infiltrações na laje do prédio, foram substituídas.

O piso do pronto socorro que já havia perdido até o esmalte, será substituído por porcelanato branco, apresentando melhor estética e qualidade na recepção do hospital.

As paredes receberam manutenção e receberão pintura nova, já que hoje, muitas estão com rachaduras, com mofos e com a pintura caindo.

Segundo Hugo Batista, Diretor administrativo da OSS, o hospital receberá reforço estrutural, e o foco agora a princípio é na reforma estrutural, reforma administrativa e reforma assistencial. Segundo Hugo, a OSS vai surpreender a população com a rapidez nesta reforma, e garante que a população irá notar uma mudança significativa no atendimento humanizado e afins.

O Hospital Santa Rita é o único hospital público da cidade, e há anos vinha sofrendo com a falta de manutenção, que é visível já pela parte externa.

Para poder realizar a reforma, o Hospital precisou transferir os atendimentos do pronto socorro, clínica-médica e pedriatria, para a UPA do bairro Jardim Paquetá, de forma temporária, até a finalização da primeira etapa da reforma. A associação da Irmandade Santa Casa de Pacaembu é que administra o Hospital Santa Rita e a UPA 24h em contrato com a Prefeitura desde o dia 1° de Julho.

Goiás confirma 200 municípios afetados pelo novo coronavírus | RP

O estado de Goiás já tem 200 municípios com moradores infectados pelo novo coronavírus. Ou seja, os 17.125 casos confirmados, até o momento, estão divididos entre essas 200 cidades goianas. Além disso, 45.874 casos suspeitos são investigados entre elas. Os dados são desta terça-feira (23/6) e constam na plataforma Covid-19, do governo estadual.

Ainda conforme os dados, outros 40 municípios investigam casos suspeitos do coronavírus e apenas seis ainda não têm registros da doença.

Desses 200 municípios com registros da doença, 59 têm mortes por covid-19. Até o momento, Goiás tem 324 óbitos confirmados e 39 suspeitos em investigação. Cinco municípios goianos apuram mortes suspeitas pela doença e 182 não contabilizam mortes causadas pela infecção.

Municípios goianos com mais casos do novo coronavírus

Desde o início da pandemia, em março deste ano, Goiânia liderava em número de infectados pelo coronavírus no estado. No entanto, no início desta semana Rio Verde, cidade da Região Sudoeste de Goiás, passou a ocupar o primeiro lugar em número de contaminações.

Segundo os boletins atualizados na noite desta segunda-feira (22), a capital tem 5.463 casos confirmados, 480 internações, 247 internações em Unidade de Terapia Intensiva (UTI), 4.395 recuperações e 117 óbitos. Já Rio Verde registra 5.620 casos confirmados da doença, 33 mortes e 4.923 pessoas recuperadas do novo vírus.

Outras cidades goianas também se destacam pelo número de moradores contaminados, sendo elas: Aparecida de Goiânia, com 1.765 confirmados, 996 recuperados, 32 óbitos e 29 hospitalizados; Anápolis, com 613 confirmações, 444 recuperados e 11 pessoas mortas pela doença.

Também apresentam número relevante de casos: Águas Lindas de Goiás, com 555 infectados, 110 sob suspeita e 20 óbitos confirmados; Luziânia, com 415 casos; e Valparaíso de Goiás, com 387 pessoas contaminadas pelo coronavírus.

Casos de infectados pelo coronavírus têm crescimento em Goiás

Mesmo com números expressivos de recuperações em algumas cidades, os casos da doença continuam em crescimento no estado. Conforme o boletim de segunda (22), em 24 horas, Goiás registrou 967 novos casos e oito mortes por covid-19, doença causada pelo novo coronavírus. (Com informações de Dia Online)