Após uma denúncia anônima, policiais militares tomaram conhecimento de uma suposta violência doméstica que vinha ocorrendo no setor leste em Planaltina Goiás. Chegando ao local, os policiais constataram que o companheiro da vítima a mantinha constantemente trancada na residência e não a permitia ter contato com familiares, vizinhos, e nem sequer ter acesso ao aparelho celular.
Após o conhecimento dos fatos, foi realizado patrulhamento e o autor foi localizado e preso, em seguida apresentado na delegacia, onde foi autuado em flagrante.
A cantora Marília Mendonça morreu na tarde desta sexta-feira (5) em um acidente de avião em uma área perto de uma cachoeira na serra da cidade de Piedade de Caratinga, no interior de Minas Gerais. A informação foi confirmada pelo Corpo de Bombeiros de Minas Gerais.
Autora de diversos hits sertanejo, Marília estava em uma aeronave de pequeno porte, modelo Beech Aircraft, a caminho de shows que faria neste fim de semana. Uma das apresentações aconteceria na cidade de Caratinga na noite desta sexta-feira (5).
O Corpo de Bombeiros informou que recebeu a chamada sobre o acidente por volta das 15h30. No local, segundo as equipes, havia um forte odor de combustível, mas não havia chamas, nem risco de submersão da aeronave. Ainda não se sabe as causas do acidente.
De acordo com o Corpo de Bombeiros, além da cantora também morreram outras quatro pessoas que estavam na aeronave. As identidades dessas outras vítimas não foram divulgadas até o momento.
A cantora deixa um filho de 1 ano de idade.
A princípio, a assessoria da artista chegou a informar que ela foi resgatada bem. No entanto, a informação não foi confirmada pelas autoridades locais.
Antes de embarcar, Marília compartilhou um vídeo em suas redes sociais no avião, cerca de duas horas antes da notícia sobre a queda da aeronave. Na publicação, ela anunciou que neste fim de semana faria shows em Minas Gerais.
O preço dos combustíveis nos postos voltará a ter apenas dois dígitos após a vírgula, facilitando o entendimento do consumidor. A determinação foi divulgada nesta quinta-feira (4), pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), entre outras medidas.
A medida aprovada foi submetida à consulta e audiência públicas. Ela vem sendo discutida pela ANP desde 2018, com o início da greve dos caminhoneiros. Na ocasião, a agência adotou um conjunto de medidas de flexibilização, excepcionais e temporárias, com o intuito de garantir o abastecimento.
Com prazo para entrada em vigor de 180 dias após a publicação da nova resolução, os preços por litro de todos os combustíveis automotivos comercializados deverão ser expressos pelos postos revendedores com duas casas decimais, em vez das atuais três casas decimais, no painel de preços e nas bombas medidoras, facilitando o entendimento dos consumidores.
Outra mudança é a regulamentação do delivery de combustíveis. Após a execução de criterioso projeto piloto, a atividade de delivery poderá ser exercida a partir de autorização específica da ANP. Nesse momento, tal atividade estará restrita ao etanol hidratado e gasolina C. Para aderir ao programa, o posto deverá estar adimplente com o Programa de Monitoramento da Qualidade da ANP (PMQC) e o delivery deverá ser feito até os limites do município onde se encontra o revendedor varejista autorizado pela ANP.
Também ficou decidida alteração na chamada tutela de fidelidade à bandeira. As novas regras determinam que o revendedor varejista deve informar em cada bomba medidora, de forma destacada e de fácil visualização, o CNPJ, a razão social ou o nome fantasia do distribuidor fornecedor do respectivo combustível automotivo. Caso opte por exibir marca comercial de um distribuidor de combustíveis e comercializar combustíveis de outros fornecedores, deverá exibir, na identificação do combustível, o nome fantasia dos fornecedores.
Em 2021, a Black Friday será realizada no dia 26 de novembro. E a tendência é de que as compras online devem continuar em alta em função da pandemia. Mas o Procon Goiás alerta para o consumidor ficar de olho para evitar falsas promoções, tendo em vista a variação de preços tem se mostrado menos atrativas nos últimos anos.
O órgão relembra que a paralisação das fábricas durante a pandemia resultou na diminuição dos produtos em estoque, o que resultaria em descontos menos expressivos nesse ano. Esse efeito pôde ser sentido em 2020. Portanto, o consumidor deve ter em mente quais são as suas prioridades e fazer o monitoramento e a pesquisa de preços destes produtos para evitar o comprometimento do seu orçamento.
Segundo o Procon, a Lei Estadual nº 19.607, de 2017, é uma importante aliada nesse processo, já que ela obriga os fornecedores goianos a informarem ao consumidor o histórico de preços de produtos e serviços em promoção referente ao período dos últimos 12 meses. Ela auxilia no combate do golpe da “metade do dobro”, uma prática abusiva comum nos períodos de grandes promoções. Essa fraude consiste em aumentar de forma gradativa os preços dos produtos nas vésperas de um grande evento para anunciar uma falsa promoção na data escolhida, o que é proibido pelo Código de Defesa de Consumidor.
Por isso, o consumidor deve se atentar às promoções com valores bem abaixo do praticado no mercado. “Geralmente, os golpistas se apoiam nessas superpromoções para atrair os consumidores mais ingênuos”, aponta o superintendente do Procon Goiás, Alex Augusto Vaz.
Uma maneira de se precaver deste tipo de fraude é conferir se a promoção não se encontra na lista de sites suspeitos. Criada pela Fundação Procon São Paulo, a classificação é atualizada rotineiramente e auxilia o consumidor a tirar a dúvida se um site de compras é confiável ou não.
Denúncias e reclamações
O consumidor que tiver os seus direitos violados ou que flagrar alguma ação abusiva por parte do fornecedor deve entrar em contato com o Procon Goiás por meio dos telefones 151 (Goiânia) e (62) 3201-7124 (interior) ou da plataforma Procon Web. Pelo site, também é possível agendar o atendimento presencial no órgão.
O governador Ronaldo Caiado (DEM) anunciou a criação de uma bolsa de R$ 100 por mês para todos os alunos do Ensino Médio da rede estadual de Educação. O intuito é de incentivar os jovens a continuar na escola. A bolsa vai contemplar estudantes que se formam em 2021, 2022 e 2023. O benefício será pago entre fevereiro e junho e entre agosto e dezembro.
A expectativa é a de que o benefício chegue a 218 mil estudantes só neste ano. No orçamento de 2021, a previsão é de investimento na ordem de R$ 21,8 milhões. Já para os dois próximos anos, haverá reserva de R$ 233,2 milhões e R$ 248,6 milhões.
O governador, que reconhece a evasão escolar como realidade no fim do ensino fundamental para o início do médio, se pronunciou sobre o projeto. “Todo jovem do Ensino Médio vai receber R$ 100 por mês para mantê-lo dentro da atividade escolar. É um incentivo por parte do governo. Ele terá que estar presente às aulas e dentro das regras estabelecidas pela Educação, para ter o benefício.”
A matéria ainda precisa passar em duas votações na Assembleia Legislativa (Alego). O governo estadual enviou a proposta nesta quarta-feira (3), com expectativa de aprovação ainda neste mês para valer em dezembro.
Flúvia Amorim, superintendente de Vigilância em Saúde de Goiás, afirma que a flexibilização do uso de máscara para locais abertos no Estado não vai ocorrer neste momento. A discussão só deve começar após a vacinação com as duas doses de todo o público-alvo (acima de 12 anos) passar, no mínimo, dos 70% da população.
Segundo estudos, a partir desse percentual se inicia a queda de infecções, transmissões e óbitos”, disse ao Mais Goiás nesta quinta-feira (5). Hoje o Estado tem 48,2% da população geral completamente imunizada. Ela diz que não se pode baixar a guarda neste momento.
“Quando estivermos chegando, vamos conversar como vai ser, utilizando a experiência de outros países com experiências exitosas”, expôs e emendou: “Primeiro, liberar em local aberto, continuar o controle, e então para o resto. Mas a retirada da máscara é a última medida de segurança.”
Questionada se há algum município que já flexibilizou o uso, ela afirma que a Vigilância em Saúde não foi oficialmente comunicada de nenhum. Apesar disso, pesquisa da Confederação Nacional dos Municípios (CNM) apontou que um, dos 60 pesquisados em Goiás, teria liberado o uso.
Flúvia desconhece. “Não houve comunicação oficial.” O portal, então, procurou o CNM por e-mail, que disse não revelar o nome das cidades pesquisadas.
Goiânia também não vai debater sobre a flexibilização do uso de máscara neste momento
Por nota, a prefeitura de Goiânia, por meio da secretaria de Saúde de Goiânia (SMS), informou que ainda não discute liberar o uso de máscara em locais abertos. “O momento é de enfrentamento da pandemia que ainda requer, além da vacinação, a manutenção de medidas protetivas contra a Covid-19 e uma delas é o uso de máscara que, na área científica, é reconhecidamente uma medida eficaz no controle da doença”, informou.
O portal também tentou conversar com o secretário municipal Durval Ferreira e a diretora de Vigilância Epidemiológica do município, Grécia Pessoni. A pasta, contudo, informou que a posição seria apenas por nota.
A Polícia Federal tomou o depoimento do presidente Jair Bolsonaro no inquérito que apura a sua suposta tentativa de interferir politicamente na corporação para blindar familiares e aliados de investigações.
Bolsonaro foi ouvido na noite desta quarta-feira (3). No mês passado, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou deu prazo de 30 dias para a PF tomar presencialmente — o depoimento do presidente.
De acordo com uma fonte ouvida pela TV Globo, Bolsonaro respondeu a todas as perguntas.
Inquérito
O inquérito foi aberto pelo STF em abril do ano passado, a pedido da Procuradoria Geral da República (PGR) e tem como base acusações feitas pelo ex-ministro da Justiça Sergio Moro. Segundo Moro, Bolsonaro tentou interferir em investigações da PF ao cobrar a troca do chefe da Polícia Federal no Rio de Janeiro e ao exonerar o então diretor-geral da corporação Maurício Valeixo, indicado por Moro. Bolsonaro nega ter tentado interferir na corporação.
Sergio Moro tem afirmado que estão entre as provas de que Bolsonaro tentou interferir na PF mensagens trocadas pelos dois em um aplicativo e a reunião ministerial de 22 de abril de 2020.
Na ocasião, Bolsonaro disse: “Já tentei trocar gente da segurança nossa no Rio de Janeiro e oficialmente não consegui. Isso acabou. Eu não vou esperar f… minha família toda de sacanagem, ou amigo meu, porque eu não posso trocar alguém da segurança na ponta da linha que pertence à estrutura. Vai trocar. Se não puder trocar, troca o chefe dele. Se não puder trocar o chefe, troca o ministro. E ponto final. Não estamos aqui para brincadeira.”
Segundo Defensoria Pública, 20% das audiências de custódia atendidas pelo órgão, entre julho e outubro, eram deste tipo de crime. Defensor vê relação direta com aumento da pobreza
A Defensoria Pública de Goiás (DPE-GO) registrou, entre julho e outubro deste ano, que 20% das audiências de custódia realizadas pelo órgão foi por prisão em flagrante de pessoas que furtaram alimento. O defensor público Luiz Henrique Silva Almeida alertou que os casos têm crescido em todo o país. O principal motivo é o aumento da pobreza.
Titular da 4ª Defensoria Pública Especializada Criminal da Capital, Luiz Almeida relaciona a atual situação do país com o aumento de casos desse tipo de furto. “Não há dúvidas de que é crescente o empobrecimento da população, o que leva as pessoas a praticarem esse tipo de conduta, por completa necessidade. Temos visto pessoas revirando lixo, comprando ossos para ter o que comer”, apontou o defensor.
No total, foram realizadas 125 audiências de custódia pela DPE-GO entre julho e outubro deste ano. Destes, 22 eram prisões em flagrante por furto famélico, quando a pessoa comete o crime com o propósito de se alimentar. Os principais produtos foram carnes, higiene pessoal, utensílios para cozinha, chocolates e outros alimentos. Todos os envolvidos estão em liberdade.
No direito penal há o chamado princípio da insignificância, quando o valor do furto é tão baixo que não causa prejuízo à vítima. No entanto, é preciso passar pelos trâmites legais. “A primeira questão é perceber que esse tipo de conduta não traz um problema de segurança, mas um problema social. Não é o Direito Penal o meio adequado para tratar a questão. O direito à alimentação é previsto na Constituição e fica claro que o Estado falhou na sua missão”, destacou o defensor.
O defensor público Leonardo Stutz, titular da 1ª Defensoria Pública Especializada Criminal da Capital, acredita que a punição judicial deveria ser o último recurso adotado a essas pessoas. Stutz diz que as medidas punitivas não solucionam o problema e defende que a prisão dessas pessoas não trará benefícios, para a sociedade ou para o indivíduo.
Insegurança Alimentar
No mês de outubro, em Goiânia, o preço da cesta básica chegou a R$ 538,61, quase metade do salário-mínimo (R$ 1.100,00). Dados da Fundação Getúlio Vargas (FGV) apontam que 24% dos goianos viviam com até R$ 450,00 no mês de agosto. Goiás figura entre os cinco estados da federação onde a pobreza mais cresceu no período entre novembro de 2019 e janeiro de 2021.
Desde 2004, o nível de insegurança alimentar grave da população brasileira nunca esteve tão alta. Naquele tempo 9,5% da população convivia com a fome diariamente. Um levantamento feito pela Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar (Rede PENSSAN), no último trimestre de 2020, apontou que 9% da população atingiu o estado de insegurança alimentar grave, o equivalente a 19,1 milhões de brasileiros.
De acordo com o relatório O Vírus da Fome se Multiplica, da Oxfam Brasil (Comitê de Oxford para Alívio da Fome), o percentual de brasileiros que vivem em extrema pobreza quase triplicou desde o início da pandemia. Passou-se de 4,5% para 12,8%. No final de 2020, 116 milhões de brasileiros enfrentavam algum nível de insegurança alimentar.
O problema foi confirmado pelo perfil do próprio Instagram em uma rede social concorrente, o Twitter
O Instagram está apresentando instabilidades nesta quarta-feira. O problema foi confirmado pelo perfil do próprio Instagram em uma rede social concorrente, o Twitter.
“Estamos conscientes de que alguns de vocês estão tendo problemas para acessar nossos aplicativos de mensagens no momento. Estamos trabalhando para corrigir as coisas o mais rapidamente possível. Desculpem por qualquer inconveniência e segurem firme”, escreveu o perfil responsável pelas comunicações oficiais do Instagram no Twitter.
Para algumas pessoas, aparece um aviso dizendo: “O link em que você clicou pode não estar funcionando, ou a página pde ter sido removida”.
No site Down Detector, que reúne relatos de problemas de acesso, o Instagram tem mostrado picos de quedas desde as 15h, com um pico às 15h43, quando houveram 1.200 notificações do problema.
Também no Twitter, usuários têm utilizado a hashtagh #InstagramDown para relatar problemas. Há reclamações em diversos idiomas.
A instabilidade acontece praticamente um mês depois após WhatsApp, Facebook e Instagram (todos da mesma empresa) terem ficado quase seis horas fora do ar no último dia quatro de outubro.
A empresa Facebook, que é dona do Instagram, mudou de nome na última semana. Segundo seu CEO, Mark Zuckerberg, a mudança foi feita para refletir o foco da companhia no “metaverso“.