Arquivo da categoria: ECONOMIA

Pé-de-Meia: estudantes nascidos em maio e junho recebem primeira parcela do benefício | RP


O pagamento da primeira parcela do programa Pé-de-Meia 2025 segue o cronograma estabelecido pelo Ministério da Educação (MEC). Nesta quarta-feira (2), foi a vez dos estudantes nascidos em maio e junho receberem o depósito de R$ 200, referente ao incentivo-matrícula.

O benefício é destinado a alunos matriculados em 2025 no ensino médio regular ou na modalidade da Educação de Jovens e Adultos (EJA) da rede pública. O objetivo do programa é estimular a permanência dos estudantes na escola, reduzindo a evasão escolar e promovendo a inclusão educacional.

Pagamentos escalonados

Os depósitos do Pé-de-Meia começaram na última segunda-feira (31) e seguem até o dia 7 de abril, conforme o mês de nascimento do beneficiário:

  • 31 de março (segunda-feira): nascidos em janeiro e fevereiro;
  • 1º de abril (terça-feira): nascidos em março e abril;
  • 2 de abril (quarta-feira): nascidos em maio e junho;
  • 3 de abril (quinta-feira): nascidos em julho e agosto;
  • 4 de abril (sexta-feira): nascidos em setembro e outubro;
  • 7 de abril (domingo): nascidos em novembro e dezembro.

Como receber o benefício

Para ter direito ao incentivo, o estudante precisa atender aos critérios estabelecidos pelo MEC, incluindo matrícula ativa na rede pública e participação regular nas atividades escolares. Os valores são depositados em contas digitais abertas automaticamente em nome dos beneficiários.

Além do incentivo-matrícula, o programa prevê outros pagamentos ao longo do ano, condicionados à frequência escolar e ao cumprimento das exigências do Pé-de-Meia.

Programa de incentivo à educação

O Pé-de-Meia foi criado para apoiar financeiramente estudantes de baixa renda, garantindo que possam concluir o ensino médio e aumentar suas oportunidades futuras. O programa é uma iniciativa do governo federal para combater a evasão escolar e promover a equidade no acesso à educação.

Mais informações sobre o benefício podem ser obtidas nos canais oficiais do Ministério da Educação.


REDEPLAN •| Aconteceu, virou notícia!

Contribuição mensal do MEI sofrerá aumento à partir de fevereiro | RP


O reajuste do salário mínimo para R$ 1.412 – a partir de 1º de janeiro de 2024 – também alterou o pagamento de impostos à Receita Federal, incluindo a contribuição mensal do Microempreendedor Individual (MEI). Os novos valores começam a valer nos boletos com vencimento em 20 de fevereiro, referentes à competência de janeiro.


O cálculo se dá pela soma das tributações do INSS (5% do salário-mínimo em vigor), Imposto Sobre Serviços (ISS) (mais R$ 5) e Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) (mais R$ 1). Por exemplo, pessoas que atuam na área de comércio e indústria pagam R$ 71,60; em serviços, R$ 75,60; em comércio e serviços, R$ 76,60.


A categoria do MEI foi criada em 2008, durante o segundo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em 2023, a Receita Federal contabilizou a marca de 12 milhões de negócios formalizados, o que, segundo o Sebrae, representa em torno de 60% de todas as empresas do país.

FONTE: AG. BRASIL

#REDEPLAN •| Aconteceu, virou notícia!

Comércio em Goiás registra a 6ª maior alta do País em julho, aponta IBGE | RP

A Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira, 15, mostrou que o comércio em Goiás teve a sexta maior alta do País, em julho deste ano. O resultado é comparado com o mesmo período do ano passado.

Os destaques positivos foram registrados em 14 dos 27 Estados brasileiros, com liderança do Espírito Santo (3,3%), Paraíba (2,4%) e Rio Grande do Sul (2,1%). Goiás registrou 1,3% de crescimento. 11 unidades federativas registraram retração, entre elas: Acre (-2,1%), Alagoas (-1,6%) e Rio Grande do Sul (-1,3%). Já Rio de Janeiro e Rio Grande do Norte apresentaram estabilidade (0,0%).

Anteriormente, o mesmo estudo mostrou que o volume de vendas do comércio varejista goiano subiu 1,5% em junho. Os dados mostram que houve oscilações entre janeiro e junho, com crescimento tímido em julho. O acumulado dos setes meses fechou em 0,1%.

Nos últimos 12 meses, o volume total de vendas no comércio acumulou 1,6%. A PMC mostrou que, em comparação a julho de 2022, neste ano o mesmo período teve alta de 2,4%. Isto é, segundo aumento consecutivo nessa comparação.


Estabelecimentos que lideraram em vendas  

Farmácia, vestuário e supermercados puxaram as vendas em julho de 2022. Os produtos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos subiram 11,5%; tecidos, vestuário e calçados (4,4%) e hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (1,5%).

Por outro lado, houve recuo nas vendas de Livros, jornais, revistas e papelaria (- 17,6%); equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (-17,4%); combustíveis e lubrificantes (-9,9%); móveis e eletrodomésticos (-9,0%) e outros artigos de uso pessoal e doméstico (-3,5%). Com isso, essa atividade apresentou seis quedas no ano e acumula variação negativa de 16,5% (de janeiro a julho de 2023).

Devido à redução nas vendas de veículos, motocicletas, partes e peças (-2,9%), o comércio varejista ampliado caiu 1,8% no mês. Em contrapartida, as vendas de material de construção subiram 1,7%. Produtos alimentícios, bebidas e fumo aumentaram 9,7%, quando vinha com seguidas quedas dos últimos cinco meses (fevereiro a junho). No acumulando, entretanto, houve variação negativa de 16,6%.

#REDEPLAN •| Aconteceu, virou notícia!

Picanha e filé tiveram as maiores queda de preço em Goiás, aponta Sindiaçougue | RP

O preço da carne em Goiás voltou a registrar queda, aponta o indicador do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com a pesquisa divulgada na terça-feira, 12, a redução percentual do preço das carnes em geral foi de 0,36%. No ano, essa redução chega a 9,90%, enquanto no acumulado a queda foi de 10,18%. Segundo o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Carnes Frescas no Estado de Goiás (Sindiaçougue), Silvio Yassunaga, o barateamento se deve à alta oferta da carne e a tendência de queda no preço dela desde o início do ano.

De acordo com Yassunaga, os preços dos cortes mais nobres foram os que mais sentiram a redução. “Tivemos cortes com redução de 10, 15 e 20 por cento. Depois do final do ano, os cortes mais nobres começam a cair, e hoje o preço da picanha nos últimos 30, 40 dias já apresentam uma redução de 25 por cento”, diz, destacando que no final do ano, devido às festas, a demanda aumenta, e o preço consequentemente sobe.

O presidente do sindicato diz ainda que o consumo de carne (bovina) ficou por cerca de dois anos em baixa, “apesar da produção elevada”. Nesse período, houve aumento da demanda pela carne suína e de frango.

Silvio Yassunaga conta que para o consumidor final, a redução já está disponível e é possível encontrar promoções de picanha ou filé a R$ 49,90. “Normalmente, o preço desses cortes mais nobres variam de R$ 59,90 a R$ 69,90. Por outro lado, no final do ano passado a picanha estava R$ 120 o quilo, foi onde teve a maior redução”, diz.


Produção goiana

Vale destacar que volume total de bovinos abatidos em Goiás no segundo trimestre de 2023 cresceu 25,9% em comparação ao mesmo período do ano passado.

De abril a junho de 2023, os estabelecimentos goianos que receberam algum tipo fiscalização (federal, estadual ou municipal) abateram 477.622 bois; 309.495 vacas; 5.966 novilhos; e 120.655 novilhas. O maior percentual de crescimento, frente ao mesmo período de 2022, ocorreu no segmento de novilhos, com aumento de 1.262,1%. Na sequência vieram novilhas (64,1%), bois (29,1%) e vacas (9,8%).

A produção estadual de frangos também aumentou. Entre abril e junho deste ano, foram abatidas 124.812.597 cabeças, o que representa um incremento de 14% frente ao registrado em 2022. Já a produção de suínos apresentou recuo de 10% entre os dois períodos. No segundo trimestre deste ano, o número de cabeças abatidas ficou em 477.982. Com informações de jornal opção.

#REDEPLAN •| Aconteceu, virou notícia!

“Sem dinheiro, os municípios vão entrar em colapso”, diz prefeito de Planaltina-GO | RP

Delegado Cristiomário disse esperar uma sensibilidade do governador Ronaldo Caiado. “Sem dinheiro, os municípios vão entrar em colapso”, disse.

O movimento liderado pela Federação Goiana de Municípios (FGM) e Associação Goiana de Municípios (AGM) levou pelo menos 235 prefeitos e prefeitas de Goiás para a Assembleia Legislativa do Estado

O governador Ronaldo Caiado, participou da mobilização e alinhou o discurso da situação também com a reforma tributária e garantiu ajuda aos municípios.

Segundo os administradores municipais, a situação financeira das cidades goianas enfraqueceu nos últimos anos e se aproxima de um cenário insustentável que pode levar a uma grave crise econômica num futuro próximo. De acordo com os prefeitos, o desequilíbrio de receitas e despesas é preocupante, e muitas prefeituras já estão prevendo o atraso salarial dos servidores públicos porque os recursos recebidos pelo Estado e pela União está muito abaixo das necessidades, o que provoca um desequilíbrio alarmante nas finanças públicas.

“De 2014 a 2022, só com o SUAS, que é o Sistema Único de Assistência Social, o Governo Federal deve para os 246 municípios goianos, R$ 348 milhões, no Brasil todo são mais de R$ 7 bilhões. Então nós queremos essa ajuda do Governo Federal, essa recomposição de recursos, atualização dos programas federais, aumento do FPM (Fundo de Participação dos Municípios), também queremos a redução da alíquota patronal do INSS”
Ainda de acordo com Haroldo Naves, presidente da FGM, em entrevista ao Diário de Goiás, muitos municípios estão passando por dificuldade como “Bela Vista, que é exemplo de gestão, agora não está conseguindo pagar fornecedores, folha de pagamento. A maioria dos municípios, até o ano passado pagava sua folha de pagamento dentro do mês e hoje a imensa maioria dos municípios de Goiás paga no mês subsequente”.

#REDEPLAN •| Aconteceu, virou notícia!

Prefeitos protestam pela autonomia financeira dos municípios | RP

O governador Ronaldo Caiado, participou da mobilização e alinhou o discurso da situação também com a reforma tributária e garantiu ajuda aos municípios.

O movimento liderado pela Federação Goiana de Municípios (FGM) e Associação Goiana de Municípios (AGM) levou pelo menos 235 prefeitos e prefeitas de Goiás para a Assembleia Legislativa do Estado

Segundo os administradores municipais, a situação financeira das cidades goianas enfraqueceu nos últimos anos e se aproxima de um cenário insustentável que pode levar a uma grave crise econômica num futuro próximo. De acordo com os prefeitos, o desequilíbrio de receitas e despesas é preocupante, e muitas prefeituras já estão prevendo o atraso salarial dos servidores públicos porque os recursos recebidos pelo Estado e pela União está muito abaixo das necessidades, o que provoca um desequilíbrio alarmante nas finanças públicas.



De 2014 a 2022, só com o SUAS, que é o Sistema Único de Assistência Social, o Governo Federal deve para os 246 municípios goianos, R$ 348 milhões, no Brasil todo são mais de R$ 7 bilhões. Então nós queremos essa ajuda do Governo Federal, essa recomposição de recursos, atualização dos programas federais, aumento do FPM (Fundo de Participação dos Municípios), também queremos s redução da alíquota patronal do INSS
Ainda de acordo com Haroldo Naves, presidente da FGM, em entrevista ao Diário de Goiás, muitos municípios estão passando por dificuldade como “Bela Vista, que é exemplo de gestão, agora não está conseguindo pagar fornecedores, folha de pagamento. A maioria dos municípios, até o ano passado pagava sua folha de pagamento dentro do mês e hoje a imensa maioria dos municípios de Goiás paga no mês subsequente”.

O governador Ronaldo Caiado, participou da mobilização e alinhou o discurso da situação também com a reforma tributária e garantiu ajuda aos municípios


Este é um pedido de socorro, ao Governo Federal principalmente. As prefeituras não aguentam mais a quantidade de ações de despesas. Nós estamos passando por uma situação terrível! Em julho, agosto e setembro o FPM caiu de forma vertiginosa; temos também o problema do achatamento do ICMS. Se a arrecadação continuar caindo dessa forma, daqui a pouco não conseguiremos fornecer serviços básicos como saúde, educação e social” afirma Carlão da Fox, prefeito de Goianira e presidente da AGM.

De acordo com um estudo recende, pelo menos 65% dos municípios goianos fecharam as contas no vermelho no primeiro semestre deste ano. A AGM e a FGM estão orientando os prefeitos para divulgarem a situação para a população, esclarecendo a real situação. Cada cidade apresenta um nível diferente de dificuldade, mas o pequenos municípios sofrem mais.



O governador Ronaldo Caiado, participou da mobilização e alinhou o discurso da situação também com a reforma tributária e garantiu ajuda aos municípios. “Já que tá sendo pedido aqui um certo auxílio financeiro, vou mandar estudar, a possibilidade de cortar o duodécimo de todos os poderes e veremos o que pode ser feito também para que isso seja distribuídos com todos os entes federados”, afirmou o governador.

Já Bruno Peixoto, presidente da Assembleia Legislativa disse que “junto a uma comissão, pensar em uma forma de alterar a constituição estadual, para no mínimo levantar um debate a nível nacional, inclusive o Supremo Tribunal Federal”

Uma paralisação nacional deve acontecer ainda este mês. Segundo a FGM ao menos cinco mil prefeitos irão ao congresso nacional para pedir revisões e soluções para os problemas financeiros dos municípios.

#REDEPLAN •| Aconteceu, virou notícia!

Proposta de Lula, salário mínimo de R$ 1.320 não entrará em vigor nos primeiros meses do ano | RP



O governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) decidiu que o salário mínimo de R$ 1.320 não vai vigorar nos primeiros meses deste ano.

Uma ala do governo defende manter o valor de R$ 1.302 durante todo o ano. Outra, quer que o mínimo de R$ 1.320 comece a valer a partir de maio, no Dia do Trabalho.

O valor de R$ 1.302 foi determinado via medida provisória editada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no ano passado, para valer em 2023.

O reajuste determinado por Bolsonaro representou um aumento de 7,43% – a reposição da inflação mais um ganho real de 1,4% – em relação ao salário mínimo de 2022, que era de R$ 1.212.

Já o mínimo de R$ 1.320 foi prometido por Lula para este ano, o que garantiria um aumento real maior, de 2,81%.

Só que o novo governo verificou que houve, no ano passado, uma concessão acima do previsto de aposentadorias, elevando os gastos do INSS.

Com isso, se o novo mínimo entrasse em vigor desde janeiro, o INSS teria um gasto extra de R$ 7,7 bilhões, que ficariam fora do teto dos gastos públicos.

Por isso, para bancar esse aumento desde janeiro, o Ministério da Fazenda teria de fazer um bloqueio de gastos para bancar essas despesas.

A equipe do ministro Fernando Haddad defende a manutenção do valor de R$ 1.302 ao longo de todo ano.

A ala política, preocupada com o desgaste para Lula, propõe que o mínimo com aumento real comece a vigorar a partir de maio, mês do trabalhador.

Na próxima quarta-feira, Lula fará uma reunião com as centrais sindicais, quando será anunciada a criação de um grupo de trabalho para definir a nova política de valorização do salário mínimo e também de regras para trabalhadores de aplicativos.

Neste dia, será batido o martelo final sobre o valor do mínimo neste ano. (Com informações de: G1)

#REDEPLAN •| Aconteceu, virou notícia!

Goiás apresenta menor taxa de desemprego desde 2015 | RP

Goiás apresentou no terceiro trimestre de 2022 uma taxa de desocupação de 6,1%, a menor no mercado de trabalho desde 2015, segundo dados apurados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), do Ministério do Trabalho, e compilados pelo Instituto Mauro Borges de Estatística e Pesquisas Socioeconômicas (IMB). Isso coloca Goiás em oitavo lugar no ranking dos estados da federação com o menor índice de desocupação no período, ficando entre Rio Grande do Sul (6%) e Minas Gerais (6,3%).

No terceiro trimestre de 2022, a taxa de desocupação caiu 3,9 pontos percentuais, quando comparado ao mesmo período do ano anterior. O mapeamento do Novo Caged revelou ainda que no terceiro trimestre foram registradas 426.986 movimentações no mercado de trabalho, o que representou um aumento de 15,55% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Foram 226.150 trabalhadores admitidos e 200.836 desligados, gerando um saldo de 25.314 empregos. Já no acumulado do ano de 2022 (de janeiro a setembro) foram gerados mais de 100 mil novos postos de trabalho formal no Estado.

A atividade econômica que mais contribuiu para a geração de novos empregos no terceiro trimestre foi o setor de Serviços, com saldo de 11.675 empregos (46,7% do saldo total), seguido do setor de Comércio, com saldo de 5.662 (22,6%) e em terceiro lugar, Informação, comunicação e atividades financeiras-administrativas 4.375 vagas (17,5%).

#REDEPLAN •| Aconteceu, virou notícia!

Governador Ronaldo Caiado anuncia redução de 17% na cobrança do ICMS | RP

Com a redução do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) anunciada, na tarde desta segunda-feira (27) pelo governador Ronaldo Caiado, sobre combustíveis, energia elétrica e serviços de comunicações e transporte coletivo a 17%, seguindo a lei complementar 194, que foi sancionada no último dia 23 pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, o Estado sofrerá uma perda de arrecadação de R$ 3 bilhões até o fim deste ano, segundo o governador.

A decisão, que passa a valer em território goiano de forma imediata, segue o projeto de lei aprovado pelo Congresso Nacional e sancionado pelo governo federal no último dia 23 de junho. Caiado manterá alíquota fixa de 17% na cobrança do ICMS

Desde novembro de 2021, o valor sobre o qual o combustível é taxado está congelado em território goiano. Nesse período, a administração estadual deixou de arrecadar R$ 473 milhões, em um esforço do Governo de Goiás contra os sucessivos aumentos dos preços dos combustíveis.

Fonte: Diário de Goiás