Delegado Cristiomário disse esperar uma sensibilidade do governador Ronaldo Caiado. “Sem dinheiro, os municípios vão entrar em colapso”, disse.
O movimento liderado pela Federação Goiana de Municípios (FGM) e Associação Goiana de Municípios (AGM) levou pelo menos 235 prefeitos e prefeitas de Goiás para a Assembleia Legislativa do Estado
O governador Ronaldo Caiado, participou da mobilização e alinhou o discurso da situação também com a reforma tributária e garantiu ajuda aos municípios.
Segundo os administradores municipais, a situação financeira das cidades goianas enfraqueceu nos últimos anos e se aproxima de um cenário insustentável que pode levar a uma grave crise econômica num futuro próximo. De acordo com os prefeitos, o desequilíbrio de receitas e despesas é preocupante, e muitas prefeituras já estão prevendo o atraso salarial dos servidores públicos porque os recursos recebidos pelo Estado e pela União está muito abaixo das necessidades, o que provoca um desequilíbrio alarmante nas finanças públicas.
“De 2014 a 2022, só com o SUAS, que é o Sistema Único de Assistência Social, o Governo Federal deve para os 246 municípios goianos, R$ 348 milhões, no Brasil todo são mais de R$ 7 bilhões. Então nós queremos essa ajuda do Governo Federal, essa recomposição de recursos, atualização dos programas federais, aumento do FPM (Fundo de Participação dos Municípios), também queremos a redução da alíquota patronal do INSS”
Ainda de acordo com Haroldo Naves, presidente da FGM, em entrevista ao Diário de Goiás, muitos municípios estão passando por dificuldade como “Bela Vista, que é exemplo de gestão, agora não está conseguindo pagar fornecedores, folha de pagamento. A maioria dos municípios, até o ano passado pagava sua folha de pagamento dentro do mês e hoje a imensa maioria dos municípios de Goiás paga no mês subsequente”.
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